quinta-feira, 8 de maio de 2008

FÁTIMA NO TERCEIRO MILENIO

Milagres de Fátima estão na Web

Num dia 13 de maio, em 1917, três crianças do lugarejo de Cova da Iria, na freguesia de Fátima (uns 100 km ao Norte de Lisboa, em Portugal), testemunharam a Irmã Lúcia, chegando a Fátima no dia 11/5, em imagem da Rádio Televisão Portuguesa Internacionalprimeira de uma série de seis aparições da Virgem Maria, que lhes revelou três segredos. Das três crianças - Lúcia Santos e seus primos Francisco e Jacinta Marto -, apenas Lúcia está viva ainda, em um convento carmelita português (Francisco morreu em 1919 e Jacinta em 1920). Os milagres de Fátima foram autenticados pela Igreja Católica.

Entre os milagres da Virgem de Fátima, estavam a previsão do término iminente da Primeira Guerra Mundial (o armistício foi assinado em 11 de novembro de 1918); uma “noite iluminada por uma luz desconhecida”, em 25 de janeiro de 1938, quando uma O santuário no dia 11/5, em imagem da webcam do site Fátima Virtualextraordinária Aurora Boreal iluminou o mundo ocidental; a profecia de que uma grande guerra começaria no papado de Pio XI (foi a Segunda Guerra Mundial); o início do comunismo na Rússia, o martírio da comunidade judaica pelos nazistas, um atentado ao Papa João Paulo II (que ocorreu num aniversário das aparições de Fátima) e o aniquilamento de várias nações (absorvidas pela União Soviética).

Previu também a própria vitória do Imaculado Coração: em 25 de março de 1984, o papa João Paulo II consagrou a Rússia ao Imaculado Coração de Maria, e um ano depois Mikhail Gorbachev assumiu o secretariado geral da União Soviética e iniciou os programas de perestroika (reestruturação) e glasnost (abertura), marco inicial da desintegração do comunismo. Hoje, Fátima possui um grande santuário, que recebe milhões de peregrinos de todo o mundo.

Página oficial do Santuário de Fátima tem a história dos milagres e imagens do local
Hoje - Neste ano, as comemorações ganham caráter especial, por acontecerem no ano do Jubileu 2000 da Igreja Católica. Por isso, entre os peregrinos estará, a partir de hoje (12/5), o papa João Paulo II, que às 15h25 (hora de Brasília, 19h25 na hora local) estará chegando em helicóptero ao Santuário, para oficializar a beatificação de Francisco e Jacinta, na presença da irmã Lúcia, que no dia 11 deixou o convento carmelita em Coimbra e viajou para Fátima.

O papa pernoita em Fátima e às 5h00 (de Brasília, 9h00 locais) chegará à basílica da Cova da Iria, para a missa e a beatificação dos pastorzinhos, permanecendo três horas no santuário, conforme o programa divulgado pelo site Fátima Virtual - que inclui imagens da região obtidas com webcam, mapa em Flash4, fotos antigas, documentos e textos, o som das celebrações em RealAudio e notícias em geral.

Destaque do site Fátima Virtual
O site oficial do Santuário de Fátima também tem novidades, como a transmissão com som padrão MP3 desde Fátima, pela Rádio Renascença, imagens históricas e textos dos principais documentos relativos ao tema. O quinzenário Notícias de Fátima tem edição especial sobre o assunto, com notícias, lendas e curiosidades.

Quem quiser fazer um passeio virtual ou se preparar para uma futura visita, pode visitar a página Região de Turismo de Leiria-Fátima, com imagens e informações históricas, geográficas, culinárias, sobre artesanato etc. Vale ainda conhecer o Museu de Cera de Fátima, que conta na Internet, em figuras de cera, a história dos milagres. O terceiro milagre, cujo segredo ainda não foi oficialmente revelado, é alvo de muitas especulações na Internet, como na página Terceiro Segredo de Fátima.

Imagens do Museu de Cera de Fátima

Mariolatria é Pecado

ADORAÇÃO A MARIA : CRISTIANISMO OU PAGANISMO?

A BÍBLIA NUNCA ensinou a Adoração à MARIA.
Nem Jesus, nem os discípulos, nem os apóstolos, nem nenhum livro da Bíblia JAMAIS ensinou que devessemos adorar a Maria. Nem que pudessemos fazer preces a ela ou pedidos, ou orações. Nunca nenhum apóstolo jamais fez tal coisa. LEIA A BÍBLIA TODA e você NÃO ENCONTRARÁ NELA nada que ensine a adoração, petição, oração, veneração, submissão a MARIA. Os apóstolos só pregaram a CRISTO RESSUSCITADO. Só isso. NUNCA FALARAM EM MARIA. NUNCA A ADORARAM E NEM NUNCA FIZERAM ORAÇÕES A ELA.
Isso é PAGANISMO E IDOLATRIA. MENTIRA da Igreja Católica Apostólica Romana, para enganar as pessoas e levá-las à perdição de suas almas. Quem quiser verificar se o que afirmo é verdade LEIA A BÍBLIA.
A Bíblia NUNCA DISSE que MARIA era IMACULADA!!
A Bíblia NUNCA DISSE que MARIA era RAINHA DOS CÉUS!!
A BÍblia NUNCA DISSE que MARIA era INTERCESSORA
A Bíblia NUNCA DISSE que MARIA pudesse ROGAR PELOS PECADORES DIANTE DE DEUS. Até porque MARIA MESMA ERA PECADORA.
Abandonem a Mariolatria e voltem-se apenas para JESUS, o autor e consumador da nossa fé.
Se Maria fosse VIVA hoje, seria a primeira a se OPOR a todos que a ela PRESTAM CULTO.
Fonte: blog do Sérgio.

20.3 NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM. Este mandamento proíbe o politeísmo que caracterizava todas as religiões do antigo Oriente Próximo. Israel não devia adorar, nem invocar nenhum dos deuses doutras nações. Deus lhe ordenou a temer e a servir somente a Ele (Dt 32.29; Js 24.14,15). Esse mandamento aplicado aos crentes do NT, importa pelo menos três coisas. (1) A adoração do crente deve ser dirigida exclusivamente a Deus. Não deve haver jamais adoração ou oração a quaisquer outros deuses , espíritos ou pessoas falecidas, nem se permite buscar orientação e ajuda da parte deles (Lv 17.7; Dt 6.4; 34.17; Sl 106.37; 1 Co 10.19,20). O primeiro mandamento trata, principalmente, da proibição da adoração aos espíritos (i.e., demônios) através do espiritismo, adivinhação, ocultismo e outras formas de idolatria (Dt 18.9-22). (2) O crente deve totalmente consagrar-se a Deus. Somente Deus, mediante sua vontade revelada e sua Palavra inspirada, pode guiar a vida do crente (Mt 4.4). (3) O crente deve ter como seu propósito na vida, buscar e amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todas as suas forças, confiando nEle para conceder-lhe aquilo que é bom para a sua vida (Dt 6.5; Sl 119.2; Mt 6.33; Fp 3.8; ver Mt 22.37 nota; Cl 3.5 nota)

20.4 IMAGEM DE ESCULTURA. A proibição da adoração a outros deuses determina que nenhuma imagem deles seja feita (Dt 4.19,23-28); é também vedado a qualquer pessoa fazer uma imagem do próprio Senhor Deus. Ele é infinitamente grandioso para ser representado por algo feito por mãos humanas. O segundo mandamento, no que concerne ao crente em Cristo, proíbe a feitura de imagens de Deus ou de criaturas, com o propósito de adoração, oração ou qualquer outro tipo de auxílio espiritual (Dt 4.15,16). O princípio motivante desse mandamento está relacionado às três pessoas da Trindade, igualmente. (1) É impossível uma imagem ou quadro de Deus representar corretamente a sua glória e caráter pessoais (Is 40.18). (2) Deus é tão transcendente, tão santo e tão insondável, que qualquer imagem dEle o desonra e detrai a sua verdadeira natureza e aquilo que Ele tem revelado de si mesmo (32.1-6). (3) Os pensamentos e conceitos do crente a respeito de Deus não devem basear-se em imagens ou pinturas dEle, mas na sua Palavra e na sua revelação através da pessoa e obra de Jesus Cristo (Jo 17.3).

Fonte: http://br.geocities.com/aguazul2001br/Biblia/Mensagem/Versiculo

Os 10 Mandamentos:

A lei de Deus contém dez mandamentos. A Bíblia diz em Êxodo 20:1-1

“Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

Não terás outros deuses diante de mim.

[2]Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

[3]Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

[4]Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.

[5]Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

[6]Não matarás.

[7]Não adulterarás.

[8]Não furtarás.

[9]Não dirás falso testemunho contra o teu proximo.

[10]Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

A òrdem de Jesus: Jesus nunca se referiu á Maria como sua Mãe e muito menos comoDeusa, Pois quem diga que ela e Maria Madalena tornaram-se responsáveis pela igreja e que ao invés de ter sido entregue à Pedro a Igreja deveria ter sido entregue à Maria Madalena, conforme o O Priorado de Sião; Ou os cavaleiros Templários, afirmam.

Em Isaías 44 e em Atos 19 a Bíblia denuncia a Idolatria como Pecado. É perceptivel que muitos que não lêm a bíblia, ou que encontram dificuldade para interpretá-la, estejam sendo engangados, contudo, o Livre Arbítreo que Deus nos deixou permanece aberto á todos pois cada pessoa escolhe seu próprio Deus, Pois é fato também que existem outros Deuses além do "Deus Criador", contudo o Senhor a todos Supera.





segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Leviatã

Abriu a votação para a competição Imagem do Ano 2007 do Commons!
Leviatã (livro)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Capa da edição original do Leviatã
Leviatã é o livro mais famoso do filósofo inglês Thomas Hobbes, publicado em 1651. O seu título se deve ao monstro bíblico Leviatã. O livro, cujo título por extenso é Leviatã ou matéria, forma e poder de um Estado eclesiástico e civil, trata da estrutura da sociedade organizada.
Hobbes alega serem os humanos egoístas por natureza. Com essa natureza tenderiam a guerrear entre si, todos contra todos (Bellum omnia omnes). Assim, para não exterminarmo-nos uns aos outros será necessário um contrato social que estabeleça a paz, a qual levará os homens a abdicarem da guerra contra outros homens. Mas, egoístas que são, necessitam de um soberano (Leviatã) que puna aqueles que não obedecem ao contrato social.
Notar que um soberano pode ser uma pessoa tanto quanto um grupo, eleito ou não. Porém, na perspectiva de Hobbes, a melhor forma de governo era a monarquia — sem a presença concomitante de um Parlamento, pois este dividiria o poder e, portanto, seria um estorvo ao Leviatã e levaria a sociedade ao caos (como na guerra civil inglesa).
Índice[esconder]
1 Parte 1: A Respeito do Homem
1.1 Capítulo 3: Sobre a conseqüência ou cadeia de imaginações
1.2 Capítulo 4: Sobre a linguagem
1.3 Capítulo 10: Sobre o poder, valor, dignidade, honra e merecimento
1.4 Capítulo 11: Sobre as diferenças de costumes
1.5 Capítulo 12: Sobre a religião
1.6 Capítulo 13: Sobre a condição natural da humanidade relativamente à sua felicidade e miséria
1.7 Capítulo 14: Sobre a primeira e segunda leis naturais e sobre os contratos
1.8 Capítulo 15: Sobre outras leis da natureza
2 Parte 2: Do Estado
2.1 Capítulo 17: Sobre as causas, geração e definição de um Estado
2.2 Capítulo 18: Sobre os direitos dos soberanos por instituição
2.3 Capítulo 19: Sobre as diversas espécies de governo por instituição e sobre a sucessão do poder soberano
2.4 Capítulo 21: Sobre a liberdade dos súditos
2.5 Capítulo 23: A respeito dos ministros públicos do poder soberano
2.6 Capítulo 24: Sobre a nutrição e procriação de um Estado
2.7 Capítulo 25: Sobre o conselho
2.8 Capítulo 26: A respeito das leis civis
3 Parte 3: Do Estado cristão e Parte 4: Do Reino das Trevas
4 Ligações externas
5 Vocabulário
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[editar] Parte 1: A Respeito do Homem
Hobbes faz um esforço de análise da sociedade partindo da dissecação dos seus componentes básicos, o Homem e as suas sensações. Ele trabalha inicialmente com uma série de definições, em uma tentativa de criar axiomas da humanidade à semelhança dos que existem na geometria. Define as várias paixões e sentimentos de maneira impessoal e com base em princípios científicos (da época, lembremos que Hobbes viveu no séc. XVII).
Hobbes descreve o Homem em seu Estado Natural como egoísta, egocêntrico e inseguro. Ele não conhece leis e não tem conceito de justiça; ele somente segue os ditames de suas paixões e desejos temperados com algumas sugestões de sua razão natural. Onde não existe governo ou lei, os homens naturalmente caem em discórdia. Desde que os recursos são limitados, ali haverá competição, que leva ao medo, à inveja e a disputa. Semeada a desconfiança, perde-se a segurança de confiar no próximo. Na busca pela glória, derruba-se os outros pelas costas, já que, para Hobbes, os homens são iguais nas capacidades e na expectativa de êxito, nenhuma pessoa ou nenhum grupo pode, com segurança, reter o poder. Assim sendo, o conflito é perpétuo, e "cada homem é inimigo de outro homem". Nesse estado de guerra nada de bom pode surgir. Enquanto cada um se concentra na autodefesa e na conquista, o trabalho produtivo é impossível. Não existe tranqüilidade para a busca do conhecimento, não existe motivação para construir ou explorar não existe lugar para as artes e letras, não existe espaço para a sociedade só "medo contínuo e perigo de morte violenta". Então a vida do homem nesse estado será "solitária, pobre, sórdida, brutal e curta".
Em contrapartida ao estado de guerra descrito acima, os próprios homens almejariam uma ordem ansiando pela garantia de paz, assim, um Estado que garantisse essa paz, essa vida acordada.
Apesar da Parte 1 tratar primordialmente do homem, é possível observar que Hobbes aborda diversas questões relacionadas com o Estado.
Alguns excertos que retratam o pensamento do autor:

[editar] Capítulo 3: Sobre a conseqüência ou cadeia de imaginações
A defesa da monarquia é recorrente na obra. Hobbes compara a deposição de Carlos I pelos puritanos com a entrega de Cristo aos romanos por 30 moedas. Mas quando se estuda a filosofia de Hobbes, o problema da dominância do racionalismo ou do empirismo pode ser colocado em outros termos. É possivel perguntar, por exemplo, se não havia um secreto intercâmbio entre ambos, apesar das diferenças; se não estavam constantemente voltados um para o outro, à espera de um terreno comum em que pudessem exercer ação conjunta.A obra de Hobbes abriu justamente este espaço de convivência entre esses extremos, manifestando assim, um campo de concilação entre eles.

[editar] Capítulo 4: Sobre a linguagem
"... nada mais é do que um abuso da linguagem ofendê-lo com a língua, a menos que se trate de alguém que somos obrigados a governar, mas então não é ofender, e, sim, corrigir e punir."

[editar] Capítulo 10: Sobre o poder, valor, dignidade, honra e merecimento
"Dos poderes humanos o maior é aquele composto pelos poderes de vários homens, unidos por consentimento numa só pessoa, natural ou civil, que tem o uso de todos os seus poderes na dependência de sua vontade. É o caso do poder de um Estado."
Hobbes questiona a dignidade e a honra como valores atribuídos. A estima pública de alguém apareceria aos homens como dignidade tomando forma em nomeações públicas, por exemplo; ser considerado valoroso,é ser honrado, e quanto mais difíceis forem as tarefas a lhe serem confiadas mais honroso será este homem.

[editar] Capítulo 11: Sobre as diferenças de costumes
"... assinalo como tendência geral de todos os homens um perpétuo e irrequieto desejo de poder e mais poder, que cessa apenas com a morte."

[editar] Capítulo 12: Sobre a religião
Uma das origens das acusações de ateísmo contra Hobbes tem origem neste capítulo, onde o autor descreve como os primeiros líderes das sociedades primitivas criaram crenças e religiões para manter o povo em obediência e paz.

[editar] Capítulo 13: Sobre a condição natural da humanidade relativamente à sua felicidade e miséria
Neste capítulo se encontra a mais famosa citação da obra:
E a vida do homem, solitária, pobre, sórdida, brutal e curta.
Situada no seguinte contexto:
"Tudo, portanto, que advém de um tempo de guerra, onde cada homem é inimigo de outro homem, igualmente advém do tempo em que os homens vivem sem outra segurança além do que sua própria força e sua própria astúcia conseguem provê-los. Em tal condição, não há lugar para a indústria; porque seu fruto é incerto; e, conseqüentemente, nenhuma cultura da terra; nenhuma navegação, nem uso algum das mercadorias que podem ser importadas através do mar; nenhuma construção confortável; nada de instrumentos para mover e remover coisas que requerem muita força; nenhum conhecimento da face da terra; nenhuma estimativa de tempo; nada de artes; nada de letras; nenhuma sociedade; e o que é o pior de tudo, medo contínuo e perigo de morte violenta; e a vida do homem, solitária, pobre, sórdida, brutal e curta."

[editar] Capítulo 14: Sobre a primeira e segunda leis naturais e sobre os contratos
Primeira lei natural: "procurar a paz, e segui-la".
Segunda lei natural: "Faça aos outros o que queres que te façam a ti".

[editar] Capítulo 15: Sobre outras leis da natureza
Terceira lei natural: "Os homens têm de cumprir os pactos que celebrarem. (...) Nesta lei natural assenta-se a fonte e a origem da justiça".

[editar] Parte 2: Do Estado

[editar] Capítulo 17: Sobre as causas, geração e definição de um Estado
"A única forma de constituir um poder comum, capaz de defender a comunidade das invasões dos estrangeiros e das injúrias dos próprios comuneiros, garantindo-lhes assim uma segurança suficiente para que, mediante seu próprio trabalho e graças aos frutos da terra, possam alimentar-se e viver satisfeitos, é conferir toda a força e poder a um homem, ou a uma assembléia de homens, que possa reduzir suas diversas vontades, por pluralidade de votos, a uma só vontade. (...) Esta é a geração daquele enorme Leviatã, ou antes - com toda reverência - daquele deus mortal, ao qual devemos, abaixo do Deus Imortal, nossa paz e defesa."

[editar] Capítulo 18: Sobre os direitos dos soberanos por instituição
Uma desvantagem comumente apontada na existência de um contrato social é a impossibilidade de desfazê-lo: "... portanto nenhum dos súditos pode se libertar da sujeição, sob qualquer pretexto de infração."

[editar] Capítulo 19: Sobre as diversas espécies de governo por instituição e sobre a sucessão do poder soberano
Hobbes redige uma longa defesa do sistema monárquico absoluto e ressalta suas vantagens sobre os sistemas que incorporam Parlamentos.
"De outra maneira, não há qualquer grande Estado cuja soberania resida numa grande assembléia que não se encontre, quanto às consultas da paz e da guerra e quanto à feitura das leis, na mesma situação de um governo pertencente a uma criança".

[editar] Capítulo 21: Sobre a liberdade dos súditos
Hobbes abre uma pequena brecha para que o súdito rompa o contrato social:
"A obrigação dos súditos para com o soberano dura enquanto e apenas enquanto dura também o poder mediante o qual ele é capaz de protegê-los. O direito que por natureza os homens têm de defender-se a si mesmos não pode ser abandonado através de pacto algum".

[editar] Capítulo 23: A respeito dos ministros públicos do poder soberano
Aqui é traçado um perfil da atividade burocrática do Estado, notadamente do judiciário.

[editar] Capítulo 24: Sobre a nutrição e procriação de um Estado
Há a defesa de um Estado forte: "Os Estados não podem suportar uma dieta, eis que não sendo suas despesas limitadas por seu próprio apetite, mas sim, por acidentes externos e pelos apetites de seus vizinhos, a riqueza pública não pode ser constrangida por outros fatores senão os que forem exigidos no momento".

[editar] Capítulo 25: Sobre o conselho
Hobbes, à semelhança de Maquiavel, atribui destacada importância ao uso que o soberano deve fazer dos conselheiros.

[editar] Capítulo 26: A respeito das leis civis
Entre outras considerações, cabe destacar a visão de Hobbes de que o "O único legislador é o soberano em todos os Estados", seja o Monarca ou o Parlamento. "O soberano de um Estado não se encontra sujeito às suas próprias leis civis", pois tem o poder de fazê-las e revogá-las quando convém. Além disso, a prática e o costume só têm validade enquanto o soberano não se manifesta.

[editar] Parte 3: Do Estado cristão e Parte 4: Do Reino das Trevas
Segundo Richard Tuck (professor da Harvard University), aqui a intenção de Hobbes era, no contexto da revolução puritana, estabelecer a supremacia do soberano em questões de fé e doutrina. Alem

[editar] Ligações externas

O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Leviatã.
Hobbes e o Leviatã
Leviatã Texto inglés

[editar] Vocabulário
Wikcionário: Excerto
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Leviat%C3%A3_%28livro%29"